Eu sou apaixonada pelo meu melhor amigo, mas eu tenho uma namorada

Meninas oque eu faco sou apaixonada pelo melhor amigo do meu ,,marido! Quando eu o conheci eu nao gostava dele , ele frequentava minha casa e eu nao gostava [...] 1 resposta . Eu não sei mais o que faço , eu acho que to apaixonada pelo meu melhor amigo , a história começou assim: Ele namorava com meu bff² , ai meu bff² terminou com esse que eu sou apaixonada , eu não sei por que eu to mal eu deveria estar feliz por que ele rompeu com o que eu gosto , não sei o que faço , talvez o veja daqui um tempo , só que eu tbm gosto de outro menino... Bom, eu amo muito meu namorado a gente não briga somos super de boa,enfim, teve um dia que a gente brigou e o amigo dele começou a falar cmg pra ajudar meu namorado a se resolver cmg A gente se resolveu e eu ainda amo muito meu namorado, mas, eu sinto que estou apaixonada pelo melhor amigo dele(sou a melhor amiga do melhor amigo dele), eu ... As cartas Eu amo 2 mulheres de coaching gratuitas do Vibono newsclick coimbra No entanto, concluo que não tenho interesse nele e expliquei isso também a ele. O que realmente me impressionou foi que ele tomou banho várias vezes ao dia Na forma de uma super-saúde, linda, rica, sexy Mulheres normais, como todo mundo, querem ser conquistadas É por isso que as aventuras com Inclusive o meu. É isso mesmo, eu sou apaixonada pelo meu melhor amigo. Mas ele jamais olharia para mim da mesma forma que eu o olho. Eu não me encaixo nos padrões de “menina perfeita” para ele. Eu sou baixinha, meu peso é um pouco acima do meu ideal, não sou uma das mas lindas meninas e nem uma das mais populares. Estou apaixonada pelo meu namorado, mas temos um amigo muito íntimo com quem eu também tenho sentimentos e ele sente o mesmo. O que devo fazer? Então, não está totalmente claro quem você está falando quando diz “ele se sente da mesma maneira”. É “ele” seu namorado ou o amigo? Eu me chamo Bruna Championg , sou brasileira ,mas moro em Washington. Meus pais morreram,por isso mora com minha tia Laís .Tenho uma melhor amiga ,chamada Luíza . Achei...

Acho que nunca fui desejado de verdade [texto meio grande]

2020.08.08 03:59 SantoPraiano Acho que nunca fui desejado de verdade [texto meio grande]

bom resumindo eu só fiquei com duas garotas na vida, e só depois dos 18, a primeira foi uma gordinha bem bonita e simpática, e a segunda era uma parda bonita e "exótica" por causa do cabelo e estilo de roupa.
-mas o que me aflige? a primeira que fiquei foi meio afobada, dizendo que tava gostando de mim, msm que só tivermos ficado duas vezes, eu fiz o "certo" de forma bem escrota terminado o casinho com ela, eu não tava apaixonado por ela, e só fiquei pois estava frustrado por um bolo que eu tinha levado dias antes, além da pressão pra perder o bv ( tava quase com 19 anos).. Isso me afligia muito, ficava me sentindo um monstro mas 1 ano depois voltamos a conversar e ela me disse que é apaixonada pelo mesmo cara desde a adolescência, isso me mostrou que ela só ficou comigo por pura carência, que a rapidez da ascensão de sua paixão era puro fruto da necessidade de preencher o vazio que ela sentira após sua paixão não ser correspondida, mesmo que eu tivesse namorado ela, eu iria ser descartado com o primeiro homem "melhor" que ela arranjasse, ou quando ela recuperasse a autoestima e percebesse que não gostava de mim tanto quanto pensava.
-a segunda foi diferente, eu que me afobei, mas quando ficamos nos momentos em que estávamos conversando toda história tinha um ex, não se se era o mesmo ou vários, eu me irritei em certo momento, mas guardei pra mim, mas uma hora ela começou a falar mal da namorada do amigo dela (agr ex) , ela a descrevia como sem sal, mas isso não faz sentido pelos valores que ela tinha (feminista) assim percebi que ela era muito apaixonada por ele, nem sei como demorei pra perceber era algo tipo "ele preferiu ela ao invés de mim" e era tão óbvio os contatos físicos até olhar dela, as vezes flertavamos no domingo, e segunda ela nem olhava pra mim, eu insisti pouco e desisti, também percebi que ela ama e-boy, magrinho e cabeludo, essa era claramente essa preferência dela, e eu sou bem o contrário, gordo e to ficando calvo, (quero tratar isso tenho apenas 20 anos) assim percebi que ela só vinha em mim quando não tinha atenção dele, quando ela superou foi a outro com o mesmo perfil, se dizia apaixonada, eles terminaram e ela veio a mim, me lembro que no ultimo dia de aula eu ia me despedir dela, mas ela olhou pra mim e foi conversar com ele, naquele momento fui embora bem triste quase chorando, silenciei ela em todas as redes sociais, pois me matava ver ela dando amei em fotos de caras com um corpo que mal é possível pra mim, e com muito cabelo que já começa a faltar na minha cabeça, só vejo a miniatura dela mudando no chat do facebook, um tempo depois ela deu mach com um amigo meu no tinder(ele se encaixa como eboy), ele me mandou print, ela foi bem "atirada"(não acho isso ruim antes que venham militar), o elogiando e já querendo marcar algo, coisa que ela não fez comigo, ele não ficou com ela respeito a mim já que sabia sobre minha paixão, perdemos o contato de forma gradual com ela respondendo pouco e só me chamando pra desabafar algo e depois sumir por meses, não posso reclamar muito pra não ser "emocionado"
Isso tudo me entristece, saber que se elas estivessem bem consigo mesmas, com autoestima razoável, elas nunca olhariam pra mim, nunca sequer pensariam na ideia de me beijar, pois teriam coisa melhor pra pegar..
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2020.06.09 12:53 coffetime666 Fui babaca por guarda rancor? NICE GUYS

Namorado e um futuro ex tóxico:
Oii Luba e oii a todos que estão lendo,Minha história é típica de um Nice guys.
Nosso "amigo" da história não é nada mais nada menos que meu ex, abobrinha.
Contexto: Bom,minha história não é toda formada como de costume,oq vou contar vão ser partes que estarão em ordem cronológica,dito isso aproveitem a história :)
O abobrinha sempre foi gentil e legal cmg,as vezes ele agia um pouco estranho mas nunca me incomodou isso. Só que um dia foi diferente, abobrinha ficou reclamando de uma blusa que eu tinha ganhado,dizia que era muito vulgar e não queria que eu usasse ela( a blusa era uma regata simples '-')
Em um outro dia abobrinha começou a ficar olhando algumas meninas(só pra saber, tá tudo bem)mas só que ele estava de mãos dadas cmg e até virou a cabeça pra olhar a menina de costas enquanto agente passava no calçadão.
Depois me proibiu de conversa com meu melhor amigo,meu amigo me chamou pra ir ver o jogo de futebol dele e o abobrinha ficou insistindo pra ir mas meu amigo disse que era só eu, depois disso meu amigo não falou mas cmg por ter medo do abobrinha.
Em 2019 eu terminei com o abobrinha,eu estava gostando de um menino da minha sala kkkk só pra ter noção eu ficava olhando e ficava vermelha kkkk bem típico de adolescente apaixonada.
Abobrinha msm assim me incomodou,sempre na saída ele ficava me cutucando e me chamando, mas eu fingia que não estava ouvindo. Ele tmb plágio um dos meus trabalhos (eu trabalho com desenho) e ainda ganhou mérito e um prêmio por causa do meu desenho.
(Mas quando eu soube eu dei um fora nele no meio da sala de aula)
O caso mais recente dele foi em uma festa que meu namorado tinha combinado de ir no seu curso,eu só não fui pq sou caseira.( E sim,o menino que eu gostava virou meu namorado até hoje kkkkk)
O abobrinha na festa viu meu namorado e disse pra ele tirar a aliança e dançar com algumas meninas,meu namorado disse que ele ficava apontando pra algumas meninas dançando. Mas pelo menos dessa vez eu tenho um ótimo namorado, ele disse que ele estava ficando maluco e me contou tudo.
Hoje em dia eu não sei mais sobre ele, além de alguns negócios falando que ele tentou beijar a minha cunhada e sua namorada.
Tem gente que acha que eu estou errada em não gostar dele e ficar guardado rancor.
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2020.06.06 05:06 Discoffe Barraco, confusão e gritaria!

Olá luba, editores, gatinhas fofas, possível convidado e turma que está a ver. Esta é minha história, longa, triste e muito frustante do fim de uma amizade que era, na época, a melhor amizade que eu tinha. Eu conheci essa minha amiga no colégio, éramos tão bests que fizemos tatuagens juntas, vivemos muitas coisas juntas e inclusive ela me ajudou qndo eu estive em um relacionamento abusivo, ela podia odiar o cara mas estava lá do meu lado me apoiando. Até que esse relacionamento acabou (isso é uma história para outra turma feira), fiquei mto triste e talz, mas com a ajuda dela e de outras coisas fui superando, até que cheguei na fase de tacar o foda-se e sair curtindo a minha vida. Tinha conhecido um grupo novo de amigos que jogavam rpg, que eu sempre gostei, e em sua maioria eram homens mas eu não ligava para isso e não tinha intenções com nenhum deles, até que tudo mudou qndo eu conheci um carinha, e meio que fiquei afim de pegar, mas como eu tenho dedo podre mesmo, saí com ele e mais dois amigos (uma boyzinha que não era a minha best e uma poc do meu coração) e ele ficou com a menina na minha frente (kkk trouxa), enquanto eles ficavam o meu amigo disse que ia ao banheiro e ele foi junto. Ok, o carinha me levou em casa e disse que queria ficar cmg, eu disse não pq ele tinha me sacaneado e ficado com a menina na minha frente e ele pediu desculpas e jogou as palas (gíria pernambucana para: conversa mole). No dia seguinte, meu amigo poc manda a mensagem falando que qndo eles estavam no banheiro o cara fez secso oral nele (kkkkk muito trouxa mesmo). Desanimada e sem entender nada fui falar com ele, e ele me confidenciou que era Bisexual, e eu " ata ok, tb sou, te entendo". Ficamos mais amigos e tdo mais até que esse carinha chega pra mim e fala " vc quer namorar cmg? Minha mãe precisa achar q eu sou hetero" E eu " q? Como assim? Pq vc não arranja uma namorada já q vc é bi?" E ele " nossa, mas vc é minha amiga, podemos tentar pelo menos? Vc fica com qm vc quiser, eu fico com quem eu quero, se rolar algo entre nós ok se não der mais certo a gente termina e fica só amigos, para minha mãe parar de me enxer o saco" Oq vcs acham que eu fiz? Disse que sim, lógico, não tava fazendo nada mesmo. Mas antes eu tivesse negado pq aí que começou a desgraça... eu apresentei esse carinha para minha best como meu namorado, e como ele tinha pedido segredo sobre ser bi, eu n contei para ela que era um namoro fake, e eles se adoraram! Viraram amigos e saiam juntos e tudo mais, estava tdo indo bem até eu conhecer uma pessoa do mesmo grupo de amigos que eu me interessei mas como estava em um "relacionamento" e era do mesmo grupo de amigos que o carinha, eu passei a visão para minha best que ficou com ele duas vezes e não deram certo, ficaram amigos tb. Okay, depois de um mês deles dois terem parado de ficar e eu e ele ficarmos mais amigos e talz, eu me deparei estando apaixonada, conversei com ele e disse que não ficaria com ele sem antes falar com o carinha que eu estava e resolver a situação. Foi oq eu fiz, marquei com o carinha para conversamos sobre isso e como eu sabia que ele estava ficando com outros, eu achei que estava tdo certo! Até que contei e ele deu escândalo dizendo que me amava e talz e eu fiquei com a maior cara de (WHAT?Como assim vc me ama? E o nosso acordo??) Eu fiquei com pena, mas oq eu podia fazer? Terminei e fui ser feliz né gente? Aí chega minha ex-best me dando sermão pq eu ia deixar um cara legal como ele para ficar com um ex ficante dela, eu perguntei para ela se ela sentia algo por ele pq se sentisse eu não ficaria com ele de jeito nenhum, ela disse que não mas que o carinha era melhor que ele e que eu deveria ficar com o carinha. Então eu falei a verdade para ela, que o carinha e eu tínhamos um namoro fake, disse tudo, e ela não acreditou em mim, então eu mostrei para ela os prints dele com meu amigo poc e ela ficou sem falar nada. Depois ela manda msg pra mim dizendo que ele estava mto mal pelo término e descubro que ele estava espalhando pra todo mundo que eu era uma p*** sem coração e tinha traído ele, todo mundo ficou me chamando de vagabunda, e ela sabia a verdade e não me defendeu. Pois bem, eu levei meu amgo poc para uma reunião do grupo em que o carinha e ela estariam, cheguei lá como a própria Paola Bracho, chega pude ouvir a música tocar (tan dan dan dan) O carinha qndo viu meu amigo, ficou branco! E minha ex best tentou acalma-lo. Cheguei falando " Nera tu que tava falando mal de mim? Fala na frente de tdo mundo e do Carls agora!" Ele ficou sem responder, e todo mundo ficou em silêncio. Chega minha ex-best e fala " Pra quê isso? Pq tu trouxe o carls aqui? Deixa de ser exagerada" E eu " exagerada oq? Ele combina uma coisa comigo e depois espalha pra todo mundo que eu sou rapariga? Vamos ver quem foi a raparigada da história" Carls que adora confusão disse a ele pra falar a verdade pra tdo mundo ou ele ia mostrar os prints e contar da relação dos dois. Então ele me pediu desculpas e disse pra tdo mundo que ele tinha me traído com outra garota ( que era na verdade o Carls e alguns outros boyzinhos) e por isso eu tinha terminado com ele. Fomos embora e minha ex best veio me dar lição de moral por ter me defendido daquele fdp que estava me difamando pra tdo mundo, mandei ela tomar no cú e se ela gostava tanto dele era para ELA namorar ele e não eu, pq não sou obrigada a ficar com quem ela acha que é melhor para mim, resultado nos afastamos por causa do carinha. Eles são amigos até hj e eu estou sem dinheiro para fazer outra tatuagem em cima da que fiz com ela.
PS. O único lado bom nessa história é que eu e o cara por quem me apaixonei estamos juntos até hoje. 💖
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2019.04.20 04:05 roybatty_2049 Me sinto completamente desconectado da minha família. Não consigo lidar com como tudo mudou desde a chegada do meu padrasto

Olá, Brasil.
Sou lurker aqui do grupo há um tempo e, no meio de tantos desabafos com os quais esbarro aqui, decidi fazer o meu também. É algo que me deixa envergonhado e só dividi com uma ex-namorada que tive (com a atual nunca comentei) mas que me machuca bastante por razões estranhas. Bem, vou começar pelo fato em si: eu me sinto completamente separado da minha família, que eu vejo hoje como completamente irreconhecível e da qual não consigo me sentir parte de forma alguma. A culpa disso é do meu padastro, que não fez absolutamente nada de errado. Na verdade, ele é um cara bem maneiro, segundo a percepção geral. Até minha. E eu tenho total noção de que essa ausência de qualquer sensação de pertencimento é mais minha do que de qualquer outra pessoa.
Vou contar a história de forma cronológica, para vocês compreenderem.
Minha mãe e meu pai me tiveram bem jovens, ambos tinham 20 e poucos anos. Combinada, a situação financeira dos dois não era ruim. Meu pai e minha mãe passaram para concursos públicos de nível médio com salários de classe média quando tinham 19/20 anos. Como conseguiram essa estabilidade financeira jovens, decidiram casar. Meu pai biológico tinha um emprego melhor, minha mãe tinha um com uma remuneração menor como assistente administrativo.
Só que, quando eu tinha 2 anos (ela 23, ele 25), eles se separaram. Não foi uma separação amigável, na verdade foi bem caótica. Meu pai começou a fazer faculdade de Direito e o acordo na casa foi de que, uma vez terminada a faculdade dele, minha mãe faria um curso superior. Os dois fazendo trabalho + faculdade ao mesmo tempo não tinha condição, até porque tinham um filho.
O problema é que o casamento desandou. Meu pai traiu minha mãe, depois não cumpriu esse acordo de deixá-la fazer faculdade e ficava postergando, arrumando desculpas. Com o diploma de Direito, ele eventualmente conseguiu passar em um concurso bem melhor e com um excelente salário. E se divorciou da minha mãe tão logo recebeu a notícia de que tinha passado no concurso.
Houve um acordo para pensão de forma informal, mas meu pai vivia o descumprindo, atrasava. Dava um jeito de humilhar minha mãe sempre que faria o pagamento. Isso fez com que ela desistisse de cobrá-lo e eu tive uma infância bem braba: mãe trabalhando, dinheiro escasso, meu pai completamente sumido e a família da minha mãe é muito pequena, então tinha pouca gente para ajudar na criação. Minha mãe é filha única, minha vó materna tem uma saúde extremamente frágil já há algum tempo e meu avô materno a abandonou. A família do meu pai e meu pai nunca mostraram interesse na gente, era como se a gente fosse um acidente de percurso.
Minha mãe ganhava pouco, mas ao menos tinha a estabilidade de um serviço público. Por isso, conseguimos morar numa casa que fica na entrada de uma comunidade extremamente violenta na cidade onde vivemos, tinha uma boca de fumo braba a literalmente 200 metros da minha casa. Não dava para brincar na rua nem nada, nem tinha play.
Criança é criança, então na escola até que minha vida era tranquila. Mas, em casa, minha vida era muito ruim. Minha mãe tentava equilibrar o trabalho full-time comigo, então a casa vivia sempre bagunçada, a alimentação era ruim e não havia luxo. Era uma casa de um quarto só, então nem privacidade rolava direito e eu dormia na sala ou com a minha mãe no quarto. Tudo na casa era meio velho e eu sempre tinha a sensação de que morava numa casa inacabada.
Não faltava comida, mas o resto era bem escasso. Ganhava muita coisa de segunda mão, não tive videogame ou PC, não tinha muito programa na rua porque a grana era pouca e no bairro onde a gente morava as opções públicas eram muito ruins. Minha mãe tinha depressão. Na época, eu não entendia, mas hoje fica bem claro para mim. Várias vezes eu via ela chorando antes de dormir, ou sem forças para fazer nada o dia todo. E ela engordou bastante nessa época.
Essa merda toda me fez ter um carinho enorme pela minha mãe. Eu fiz questão de aprender a lavar louça, cozinhar, ir no mercado e na escola sozinho. Já com uns 10/11 anos, eu era mais independente do que muitos amigos que eu tenho hoje em dia. E isso fez a gente ficar muito próximo como mãe e filho. Não vou mentir, a nossa vida era bem triste, humilde e solitária. Mas nós tínhamos um vínculo de proximidade muito forte e eu me sentia na responsabilidade de tirar ela desse buraco, de ajudá-la.
Aí vem o plot twist inesperado, meu padrasto.
Meu padrasto conheceu minha mãe na adolescência, eles foram amigos por uns anos e depois do segundo grau acabaram perdendo contato completamente. Eles se esbarraram por acaso resolvendo problema em cartório. Ele quis se aproximar, os dois começaram a trocar mensagens pela internet (sim, na época inda era Orkut e MSN) e engataram um relacionamento.
Preciso aqui inserir um parêntese para que vocês entendam que tipo de pessoa é o meu padrasto. Estou falando de um cara bem inteligente, com quase 1,90 de altura, forte para caralho e rato de academia, só que mais calmo do que um monge tibetano e bem sucedido financeiramente e profissionalmente (não era ricaço nem nada, mas tinha uma vida bem confortável). Quando ele aparecia para pegar a minha mãe na nossa rua, parecia que um ator de TV tinha aparecido, a vizinhança inteira parava para vê-lo. Eu mesmo ficava chocado com a situação de tão estranha que era.
Até porque a mulher por quem ele estava nitidamente apaixonado era a minha mãe. Uma mulher bem acima do peso, deprimida, com um emprego ferrado e que morava na entrada de uma comunidade, mãe solteira. Não estou falando que ela não merecia ele ou coisa do tipo, mas era uma situação muito peculiar.
Eu sempre ficava esperando que ia dar uma merda muito grande. Que a gente ia descobrir que ele é um agiota (e eu sabia o que era um agiota porque um vizinho nosso se meteu com um e não foi bonito), um bicheiro, um golpista, qualquer coisa do tipo. Mas não. O cara era realmente aquilo tudo.
Quando o relacionamento ficou mais sério, foi a vez da pequena família da minha mãe e seu círculo de amigas no trabalho ficarem apaixonadas por ele. Todo mundo queria saber mais sobre ele, todo mundo queria conhecer e bater um papo, todo mundo queria pegar dicas de exercício e alimentação, todo mundo queria ouvir a opinião dele sobre alguma coisa, política, negócios. Era bizarro, eu acho que nunca vi alguém cativar tanta gente com tanta facilidade antes.
Eu gosto de comparar ele ao Gastão da Bela e a Fera, só que um bom Gastão, obviamente. Todos esses anos com a minha mãe, eu não vi praticamente nada que o desabonasse, muito pelo contrário. Ele ate ajudou muito ela. Ela recuperou a auto-estima, começou a praticar exercícios físicos, emagreceu e parecia ter rejuvenecido. Sério, minha mãe com 35 tinha cara de 50. Minha mãe com 39 tinha cara de não ter 30. Chega a ser chocante ver as fotos (e meio chato começar a conviver com amigos que acham sua mãe gostosa, mas isso é outro problema).
Ele até tentou, de maneira bem tranquila e respeitosa, se aproximar de mim. Eu tava no meio da adolescência e até deixei no começo, mas eu continuava achando quela situação muito estranha, continuava vendo aquilo como uma intrusão. Eu gostava dele, mas tudo parecia meio irreal.
Aí veio a merda: eu passei para uma faculdade em outro estado.
Nesse período de pouca conexão com a minha família, a sensação foi de que essa sensação de estranheza só aumentou.
O sonho do meu padrasto era ter filhos. E eles tiveram duas meninas. Se mudaram para um belo apartamento em um bairro de classe média alta da cidade. Minha mãe abandonou o emprego público dela e passou a administrar uma franquia que ele comprou para ela. E muito disso rolou enquanto eu estava fora. Toda vez que eu voltava para casa, parecia que tinha rolado uma revolução.
Adendo importante aqui: talvez chamem isso de frescura racial, mas vamos lá. Meu pai era negro, minha mãe parda ou morena clara, como preferirem. Eu sou negro. Meu padrasto é branco em outro nível de brancura, as duas filhas que ele teve com a minha mãe são bem brancas também. Pode parecer besteira, mas isso aprofunda ainda mais essa sensação estranha de não pertencimento. Eu me sinto o cara negro que caiu de para-quedas na casa de uma família de comercial de margarina.
E às vezes eu tenho a sensação de que o meu passado não existiu. Todo esse período de infância e boa parte da adolescência - de perrengue, de roupas herdadas de terceiros, de ir num mercado fodido sozinho enquanto minha mãe tava no trabalho, de ter a luz cortada algumas vezes, de nunca sair com os amigos da escola, de ter só minha mãe como companhia, de viver num bairro quebrado - parece que não aconteceu. É algo tão distante que parece um sonho mesmo.
No meio disso tudo, eu voltei para a nossa cidade depois de terminar a faculdade já tem um ano e me sinto completamente não-pertencente a minha casa. Eu mal reconheço a minha mãe (que agora administra muito bem essa pequena franquia, virou crossfiteira e tem uma animação de outro mundo), minhas irmãs me viram pouco até agora porque passei a maior parte do tempo em São Paulo, e meu padrasto, apesar de sempre tentar se aproximar, parece essa figura que "causou" tudo isso.
Eu não sou idiota nem mesquinho, eu sei que ele é um cara maneiríssimo, trouxe felicidade para a minha mãe, ajudou ela a se reencontrar e é bem correto. Mas, ao mesmo tempo, eu tenho sempre a sensação de que ele roubou minha família de mim. Que parte da minha identidade se perdeu quando minha família se tornou algo completamente diferente com o que eu estava acostumado.
Eu me sinto extremamente frustrado de não ver minha família como família, e sim uma mãe que mal reconheço, um padrasto do qual não sou próximo e duas meninas que parecem viver uma vida completamente diferente da que eu vivi e que possivelmente vão passar pouquíssimos perrengues na vida.
O tempo todo, eu só penso em meter o pé de casa, mas sei que isso não vai resolver tudo. Mas eu queria muito ver a minha família como um ninho, como conforto, como um lugar onde você vai quando tá com problema ou para desabafar. Mas hoje eu me sinto completamente desconectado deles, o que me deixa puto, triste, vazio e frustrado.
E o pior de tudo: eu sei que eu estou errado. Mas eu sinto que roubaram a família que eu tinha. E nem preciso dizer que o almoço de hoje em família só aprofundou mais isso.
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